sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Grupo Gada executa importantes projetos de educação em diabetes com municípios do alto sertão da Paraíba. Confira!

 O Grupo de Amigos Diabéticos em Ação (GADA) executa, no segundo semestre de 2024, importantes projetos que visam a atenção especial para quem convive com diabetes. Os projetos em questão têm como público-alvo os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Professores da rede municipal de ensino.

A execução das atividades conta com parceria de municípios polarizados pela, 9° região de saúde e educação, com adesão por meio da formalização de termo de adesão.


Os municípios de Monte Horebe, Carrapateira, Bernardino Batista, Joca Claudino, Triunfo e Cajazeiras já receberam as ações em anos anteriores.

De acordo com o líder do Gada, o ativista Ronaldo Rodrigues, os projetos educacionais são apoiados pela Novo Nordisk e as atividades formativas destinadas aos agentes comunitários de saúde são apoiadas pela Merck e Novo Nordisk.

“Buscamos, por meio da execução de nossos projetos, contribuir junto aos profissionais da área da educação e saúde, como fomento de um acolhimento integral às pessoas que convivem com diabetes. Alinhando ações concretas que possibilitam um reconhecimento dos indivíduos e o planejamento estratégico de acolhimento”. Frisou Ronaldo Rodrigues.

As atividades dos projetos ocorrem no mês de agosto e culminam com o calendário de atividades da instituição.


Com assessoria 

Seis em cada dez municípios têm a maioria do eleitorado feminina; confira números atualizados na Paraíba

 

Seis em cada dez municípios têm a maioria do eleitorado feminina; confira números atualizados na Paraíba

Dados das Eleições Municipais de 2024 divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)  revelam que as mulheres representam a maioria do eleitorado brasileiro: 81.806.914 eleitoras, o que equivale a 52,47% do total. Os homens, por sua vez, totalizam 74.076.997 eleitores (47,51%). Um pequeno percentual, 0,02%, correspondente a 28.769 pessoas, não informou o sexo. Esses números refletem a importância das mulheres no processo eleitoral. 

A distribuição geográfica do eleitorado revela que, em quase 62% dos municípios brasileiros, as mulheres são maioria, totalizando 3.432 localidades onde o eleitorado feminino supera o masculino. Em contraste, 38% dos municípios, ou 2.126 localidades, têm a maioria de homens votantes.

No estado da Paraíba tem exatos 3.225.826 eleitores aptos a votar nas eleições de outubro deste ano, segundo revelam os dados e o perfil do eleitorado brasileiro divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no último dia 18. A Paraíba representa 2,06% do eleitorado nacional.

A maioria do eleitorado paraibano é composto por pessoas solteiras, com 1.940.685 eleitores. Desse total, 982.308 são do sexo feminino e 958.377, do sexo masculino. No quesito sexo, o eleitorado feminino compõe maioria com 1.697.116 de pessoas aptas a votar.

Os números apontam também que o Estado conta com 10.640 seções, distribuídas em 1.855 locais de votação.

A estatística revela, ainda, que o número atual de eleitores representa um crescimento de 4,33% quando comparado aos eleitores aptos em outubro de 2022, quando ocorreu a última eleição. Naquele pleito, havia 3.091.684 pessoas com títulos cadastrados na Paraíba.

Jovens

Nesta eleição, 64.866 jovens paraibanos, entre 16 e 17 anos, estão aptos a votar conforme mostram os números do Regional.

Após longa reunião, oposição define marchar unida com Jacildo Cachoeira na cabeça de chapa; convenção acontece domingo (4) em Cachoeira dos Índios

 

Após longa reunião, oposição define marchar unida com Jacildo Cachoeira na cabeça de chapa; convenção acontece domingo (4) em Cachoeira dos Índios

Após longa reunião nesta quinta-feira (1º) com a presença de lideranças politicas que fazem parte do grupo de oposição de Cachoeira dos Índios, ficou definido que o nome do grupo que disputará a prefeitura em 2024 será do vereador e ex-prefeito Jacildo Cachoeira, do PMN.

O encontro que começou por volta das 10h da manhã e se estendeu até o fim da tarde, aconteceu na residência do ex-prefeito Têta Francisco, que recuou da pré-candidatura.

Ao Resenha Politika na manhã desta sexta-feira (2), o ex-prefeito Bodim revelou que o nome do vice-prefeito é debatido internamente e deverá será apresentado até domingo (4), data que acontece a convenção dos partidos que irão compor a frente oposicionista.  

São cinco os partidos: Republicanos, PP, PMN, PSB e União Brasil

Resenha Politika

UFCG seleciona professor para a Escola Técnica de Saúde de Cajazeiras

 

UFCG seleciona professor para a Escola Técnica de Saúde de Cajazeiras

A Escola Técnica de Saúde de Cajazeiras (ETSC) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) abriu nesta quarta-feira, dia 31, Processo Seletivo Simplificado para contratação de um professor substituto do Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT), na área de Química.

Para concorrer, é necessário ter licenciatura em Química. O regime de trabalho é de 40 horas semanais. O vencimento básico para a carreira de professor do EBTT é de R$ 3.412,63.

As inscrições serão realizadas de 12 a 15 de agosto, por meio de peticionamento eletrônico, via Sistema Eletrônico de Informação (SEI). A taxa custa R$ 50.

O resultado final, após recursos, sairá no dia 6 de setembro.

Confira aqui o edital.

sexta-feira, 24 de maio de 2024

ALPB debate LDO 2025 durante audiência pública em Sousa

 

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta sexta-feira (24), mais uma audiência pública para debater o Projeto de Lei 2.056/2024, que trata das Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício financeiro do estado em 2025. O debate aconteceu na cidade de Sousa, no Sertão paraibano, e reuniu autoridades e representantes da sociedade civil.

A LDO estabelece as diretrizes e metas fiscais para elaborar e executar o orçamento público, sendo uma etapa importante do processo orçamentário, orientando a definição da Lei Orçamentária Anual (LOA). O presidente da Comissão de Acompanhamento e Controle da Execução Orçamentária da ALPB, deputado Jutay Meneses, ressaltou que o objetivo é garantir que os recursos cheguem a todas as regiões do estado, em ações desde a saúde até infraestrutura.

“Até o final dessa legislatura estaremos votando o exercício financeiro para o próximo ano, que dá a direção de como o governo irá trabalhar o seu orçamento, desde uma rua calçada até grandes obras do Estado, como também aumento do servidor público, chamamento para aqueles que fizeram o concurso. Tudo vem nessa diretriz, tudo vem nesse processo que debatemos aqui hoje. Então, é importante esse ciclo de discussão da LDO para ouvirmos o seguimento da sociedade organizada, os sindicatos, associações, a população como o todo”, destacou Jutay.

O deputado Júnior Araújo parabenizou o Poder Legislativo pela iniciativa de levar o debate a outras cidades. “Quero parabenizar a Comissão de Orçamento por essa iniciativa de sair da Assembleia e levar o debate para as regiões, inclusive com cidades importantes, como a cidade de Sousa. Tivemos a oportunidade de ouvir toda a explanação, no sentido de mostrar como funciona o Orçamento e, sobretudo, como ele é construído ao longo do decorrer do ano”, ressaltou o parlamentar.

Durante a audiência, o secretário de Planejamento do Estado, Gilmar Martins, apresentou detalhes do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias. Ele explicou as principais áreas de foco para o Sertão, que inclui a mobilidade urbana, a saúde e a mecanização da agricultura familiar. “É importante estabelecer diretrizes claras para o planejamento fiscal responsável, respeitando os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal”, disse.

O secretário também destacou o envolvimento da comunidade nas decisões orçamentárias, através de plataformas de votação e audiências públicas, reforçando a transparência e a participação popular no processo. “Por isso, esses encontros são essenciais para alinhar as ações governamentais com as necessidades reais da população, assegurando a alocação eficiente de recursos públicos”, acrescentou.

TRAMITAÇÃO

Nesta sexta-feira também se encerra o prazo para que os parlamentares apresentem emendas ao projeto. A partir do dia 27, a Comissão de Orçamento terá até o dia 17 de junho para emitir o Parecer Definitivo sobre a matéria, que deverá ser inclusa na Ordem do Dia para apreciação em plenário até o dia 18 de junho.

É possível acompanhar todas as matérias apresentadas na ALPB, assim como, sessões, visitas técnicas, reuniões, solenidades e debates através da TV Assembleia, pelo canal 8.2, e também pelo canal TV Assembleia PB no Youtube.

Projeto do Governo da Paraíba para instalação do Museu dos Povos Originários é destaque em evento sobre memória da escravidão no RJ

 Imagem Projeto do Governo da Paraíba para instalação do Museu dos Povos Originários é destaque em evento sobre memória da escravidão no RJ

Projeto do Governo da Paraíba para instalação do Museu dos Povos Originários é destaque em evento sobre memória da escravidão no RJ ‧ Foto: Divulgação

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O projeto de instalação do Museu da Diáspora e dos Povos Originários da Paraíba, que está em fase de levantamentos e diagnósticos, ganhou destaque no evento "Conexões Afro-Atlânticas: História Pública e Memória da Escravidão", realizado pelo Arquivo Nacional no Rio de Janeiro, nessa quinta-feira (23), para debater a memória da escravatura no Brasil e nas Américas, reunindo diversas autoridades e especialistas.
 
A iniciativa da instalação do referido projeto por parte do Governo da Paraíba, por meio da Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana (Semdh), foi o que motivou o convite ao Estado para participação no evento.  A diretora-geral do Arquivo Nacional, Ana Flávia Magalhães Pinto, Lonnie Bunch III, secretário do Instituto Smithsonian, e Keila Grinberg, historiadora do Projeto Passados Presentes e da Universidade de Pittsburgh e representantes da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, estiveram presentes entre os notáveis participantes do evento.
 
Na ocasião, a secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Lídia Moura, participou de um evento reservado com representantes do Smithsonian, durante o qual apresentou detalhes do pré-projeto e informações sobre as etnias indígenas, ciganas, comunidades quilombolas e as políticas públicas direcionadas a essas comunidades na Paraíba. Este encontro contou com a presença de representantes do Ibase, da EBC, do Instituto Marielle Franco, da UFRJ e de importantes personalidades como Elisa Larkin, Wania Santana, Ivanir dos Santos, Helena Thedoro, professora da UFRJ e Raquel Barreto, curadora-chefe do Museu de Arte Moderna.
 
"Participar do evento 'Conexões Afro-Atlânticas' reforça a importância de parcerias internacionais para o desenvolvimento de projetos culturais e históricos no nosso estado. A possibilidade de apoio e colaboração com instituições como o Smithsonian pode ser um grande impulsionador para a concretização do Museu da Diáspora e dos Povos Originários da Paraíba, fortalecendo a preservação e valorização da nossa herança cultural", afirmou a secretária Lídia Moura.
 
Um dos temas debatidos no Conexões Afro-Atlânticas foi a continuação das buscas por mais vestígios do navio "O Camargo", embarcação escravista que trouxe 500 africanos ao Brasil e foi afundada pelo próprio capitão próximo a Bracuí, na região de Angra dos Reis, Rio de Janeiro. Atualmente, as buscas pelo barco são realizadas por mergulhadores. Caso a embarcação seja encontrada, os pesquisadores poderão aprofundar os estudos sobre sua história.
 
Para a coordenadora-geral de Articulação de Projetos e Internacionalização do Arquivo Nacional, Mônica Lima, o Arquivo Nacional tem uma longa trajetória de divulgação científica, possibilitando que outras histórias sejam contadas. "A história pública é uma luta por direitos. Estamos vivendo um momento de compartilhar reflexões sobre história pública no processo de reconhecimento da luta pelo direito à fala, à escuta, à escrita, à memória e à história, sobretudo por parte de um público longamente invisibilizado. Ela é produzida não para o público, mas com o público e, mais recentemente, reconhecida pelo público. Essa é a chave que estamos virando nessa construção histórica", afirmou.
 
Além das discussões sobre a importância da memória da escravidão e da reparação histórica, o debate também abordou o papel do negro no comando de institutos históricos. Lonnie Bunch III, primeiro afro-americano e historiador a dirigir o Instituto Smithsonian, destacou suas perspectivas ao liderar e coordenar um dos mais renomados complexos de pesquisa histórica no mundo. "Sou o primeiro negro a comandar o Smithsonian, que, por algum tempo, concordava com teorias racistas e não contava a história afro-americana. Quero mostrar que, atualmente, somos um lugar diferente. Também sou o primeiro historiador a comandar o instituto e isso traz uma nova visão para contextualizar que a história não é sobre o passado, mas sobre o presente e o futuro. O meu objetivo é fazer a instituição ajudar o país a confrontar seu passado e encarar essa questão daqui para frente", explicou.
 
Assim como Lonnie, Ana Flávia Magalhães Pinto, diretora-geral do Arquivo Nacional, também é a primeira mulher negra a comandar a instituição. Ela falou das dificuldades dessa posição e dos trabalhos coletivos do Arquivo Nacional para abranger as populações minoritárias. "Precisamos fazer um processo de mudança. Eu estou em um país acostumado com o subdimensionamento e a subvalorização de populações negras, povos indígenas, mulheres e comunidade LGBT, e isso tem gerado resistência. Por isso, aposto na ação coletiva, já que ainda precisamos de muitas ações para superar o vício do racismo como patrimônio nacional", disse.
 
O evento também contou com a participação de Martha Abreu, pesquisadora do Passados Presentes, da Universidade Federal Fluminense e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro; Marilda de Souza Francisco, líder do Quilombo Santa Rica do Bracuí; Paul Gardullo, diretor do Centro de Estudos sobre Escravidão do Smithsonian; Luís Felipe Freire Dantas Santos, pesquisador do AfrOrigens, e Aline Montenegro Magalhães, historiadora do Museu Paulista da Universidade de São Paulo.

Fonte: Secom

Empresas privadas têm até 30 de maio para se cadastrarem no Domicílio Judicial Eletrônico

 Domicilio_Judicial_Eletronico

Desenvolvido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com a participação do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), o Domicílio Judicial Eletrônico, que faz parte do programa Justiça 4.0, é uma solução digital que centraliza as comunicações de processos dos tribunais brasileiros numa única plataforma virtual. De acordo com o cronograma do cadastro de usuários, as empresas privadas têm até o dia 30 de maio para se cadastrarem voluntariamente na ferramenta.

Após esse prazo,  o cadastro será feito de forma compulsória, a partir de dados da Receita Federal, porém, sujeito a penalidades e riscos de perda de prazos processuais, conforme alerta o CNJ. Através desta tecnologia, é possível consultar e dar ciência a comunicações de forma centralizada, além de receber alertas por e-mail.

O diretor de Tecnologia da Informação do TJPB, Ney Robson, explicou que, na primeira etapa, o sistema foi elaborado com a participação da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), com cadastro das instituições financeiras, finalizado em agosto de 2023. Ele lembrou, também, segundo a legislação, as microempresas e as pequenas empresas somente se sujeitam ao cadastramento quando não possuírem endereço eletrônico cadastrado no sistema integrado da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim).

“A partir de junho, todas as intimações e citações serão encaminhadas via Domicílio Judicial Eletrônico”, informou Ney Robson.

Por meio da Resolução nº 455/2022, o CNJ regulamentou o artigo artigo 246 do Código de Processo Civil, referente à citação eletrônica, determinando que as comunicações processuais fossem realizadas, exclusivamente, pelo Domicílio Judicial Eletrônico. O cadastro passou a ser obrigatório para União, Estados, Distrito Federal, Municípios, entidades da administração indireta e empresas públicas e privadas.

Prazos - A ferramenta também trouxe mudanças nos prazos para leitura e ciência das informações expedidas: três dias úteis após o envio de citações pelos tribunais e 10 dias corridos para intimações. O desconhecimento das regras pode trazer prejuízos financeiros, além de atraso em processos.

“Quem deixar de confirmar o recebimento de citação encaminhada ao Domicílio no prazo legal e não justificar a ausência estará sujeito a multa de até 5% do valor da causa por ato atentatório à dignidade da Justiça”, alerta o CNJ.

Dentro do cronograma de cadastro dos usuários, disponibilizado pelo Conselho, estão previstos para iniciarem o cadastramento na ferramenta as instituições públicas, a partir de julho, e as pessoas físicas, a começar no mês de outubro deste ano.

Por Lila Santos com Agência CNJ de Notícias